Trata-se de processo referente à concessão de tutela em favor do interditado Alexandre da Conceição, declarado mentalmente incapaz após avaliação médica realizada pelos doutores Augusto Tanajura e Francisco Rocha, que diagnosticaram quadro de desequilíbrio mental.
O pedido foi formulado por Joaquim da Conceição, irmão do interditado. Após análise dos documentos e oitiva de testemunhas, o Juízo nomeou o cidadão Salustiano Alves Corrêa como curador geral de Alexandre da Conceição.
Constam nos autos: Atestado de sanidade mental; Depoimentos de testemunhas; Relação dos bens pertencentes ao interditado; Tabelas de dívidas por ele contraídas; Despesas com custas processuais e outros encargos.
Processo criminal emitido por José de Lima Thales, Primeiro Suplente do Juiz Municipal de Porto Velho, Amazonas, ordena a prisão de João Januário de Freitas, identificado como o autor do crime de homicídio praticado contra Moyses Octaviano. Para fins de interrogatório e participação na inquirição de testemunhas é importante. Há também um documento referente a um caso de defloramento envolvendo uma menor chamada Lienô.
Trata-se de autos de processo criminal referente ao crime de ofensas físicas, tendo como acusado João Guedes dos Santos e como vítima João Cruz.
Conforme consta nos autos, após um desentendimento entre as partes, motivado pela recusa de um convite de trabalho para a cidade de Santarém — ocasião em que a vítima alegou que o réu era "mau companheiro" —, João Guedes empurrou João Cruz, que, por sua vez, revidou com uma chicotada. Na sequência, João Guedes desferiu um golpe de punhal contra João Cruz, causando-lhe ferimentos.
O processo trata de um inquérito policial sobre os ferimentos praticados por Arthur Vieira, vulgarmente conhecido por "Confusão", na pessoa de José de Almeida, também conhecido por José Miguel. O fato ocorreu em Porto Velho.
O processo trata de um sumário de culpa contra Idalino Callado, acusado de deflorar Elvira Campos. Segundo a denúncia, Idalino Callado, no dia 16 de abril, às 24 horas, entrou na casa de Manuel da Cunha Freitas, onde Elvira Campos residia com sua família, e a deflorou, aproveitando-se de que a menor estava só.
O processo trata de uma ação movida por Militão Fernandes & Filho contra Francisco Silva Lima referente a uma quantia em dinheiro (8:000$000) que não teria sido entregue aos destinatários.
O processo trata de uma denúncia do Ministério Público contra Antonio Ribeiro da Silva por ferir Maria de Lima com um revólver. São testemunhas do ocorrido os senhores Joaquim Francisco da Silva e Argomiro Parente.
José Dionizio é acusado de ferir Martinho Gonçalves de Souza com um terçado. O incidente ocorreu próximo ao quintal da casa da vítima, no Alto da Favela. Segundo a denúncia, José Dionizio teria agido por vingança, acreditando que Martinho o havia acusado de furtar um anel. Após uma discussão, José Dionizio atacou Martinho, causando-lhe ferimentos. O processo inclui a autuação do inquérito policial, a denúncia do promotor público, o interrogatório do acusado, depoimentos de testemunhas e outros documentos legais.
Na noite de 31 de julho de 1930, Francisco Assumpção de Oliveira feriu Jeronymo Sampaio de Souza com um canivete. O incidente ocorreu após uma discussão entre Oliveira e Souza na sede do Club União Sportiva Infantil, do qual ambos eram membros. A discussão começou quando Oliveira interrompeu a sessão do clube com palavras que atentavam contra a boa ordem e moralidade, levando Jeronymo Sampaio de Souza, presidente do clube, a repreendê-lo.
Trata-se de um pedido de Habeas Corpus impetrado por Manoel Affonso Santos Junior em favor de Joaquim Porfirio Dias. O pedido se baseia no fato de que Joaquim Porfirio Dias se encontra recolhido na cadeia pública da cidade, sem que haja um crime específico que justifique sua prisão