Trata-se de um pedido de Habeas Corpus impetrado por Manoel Affonso Santos Junior em favor de Joaquim Porfirio Dias. O pedido se baseia no fato de que Joaquim Porfirio Dias se encontra recolhido na cadeia pública da cidade, sem que haja um crime específico que justifique sua prisão
O processo trata de uma ação movida por Militão Fernandes & Filho contra Francisco Silva Lima referente a uma quantia em dinheiro (8:000$000) que não teria sido entregue aos destinatários.
O processo trata de um inquérito policial relacionado a um tiro disparado contra o farmacêutico Roberto Monteiro Lopes Guimarães. Manoel Pereira Lobo é acusado de ter atirado em Roberto Monteiro Lopes Guimarães em frente ao estabelecimento de Francisco de Oliveira.
O processo trata de uma denúncia contra Manoel Ribeiro do Nascimento e José Luiz Bezerra. Manoel Ribeiro do Nascimento teria impedido Agner Sinte de levar sua ex-convivente, Maria da Cruz Peres, de volta para sua companhia. Durante o incidente, Manoel Ribeiro do Nascimento, que era amante de Mercêdes (irmã de Maria), teria atacado Agner Sinte com uma faca. José Luiz Bezerra interveio na luta, derrubando Agner Sinte. O fato ocorreu em 13 de agosto de 1920.
O processo trata de uma denúncia do Ministério Público contra Antonio Ribeiro da Silva por ferir Maria de Lima com um revólver. São testemunhas do ocorrido os senhores Joaquim Francisco da Silva e Argomiro Parente.
Trata-se de autos de processo criminal referente ao crime de ofensas físicas, tendo como acusado João Guedes dos Santos e como vítima João Cruz.
Conforme consta nos autos, após um desentendimento entre as partes, motivado pela recusa de um convite de trabalho para a cidade de Santarém — ocasião em que a vítima alegou que o réu era "mau companheiro" —, João Guedes empurrou João Cruz, que, por sua vez, revidou com uma chicotada. Na sequência, João Guedes desferiu um golpe de punhal contra João Cruz, causando-lhe ferimentos.
Na noite de 31 de julho de 1930, Francisco Assumpção de Oliveira feriu Jeronymo Sampaio de Souza com um canivete. O incidente ocorreu após uma discussão entre Oliveira e Souza na sede do Club União Sportiva Infantil, do qual ambos eram membros. A discussão começou quando Oliveira interrompeu a sessão do clube com palavras que atentavam contra a boa ordem e moralidade, levando Jeronymo Sampaio de Souza, presidente do clube, a repreendê-lo.
O processo trata de uma queixa apresentada por José de Pontes contra Maria do Carmo, uma vendedora portuguesa no Mercado Público. José de Pontes alega que Maria do Carmo começou a difamá-lo publicamente, alegando falsamente que a carne de gado que ele vendia era de um boi que havia morrido no igarapé e estava podre. Ele também a acusa de proferir palavras ofensivas e ter um comportamento agressivo contra ele.
O processo trata de um sumário de culpa contra Idalino Callado, acusado de deflorar Elvira Campos. Segundo a denúncia, Idalino Callado, no dia 16 de abril, às 24 horas, entrou na casa de Manuel da Cunha Freitas, onde Elvira Campos residia com sua família, e a deflorou, aproveitando-se de que a menor estava só.
Processo criminal emitido por José de Lima Thales, Primeiro Suplente do Juiz Municipal de Porto Velho, Amazonas, ordena a prisão de João Januário de Freitas, identificado como o autor do crime de homicídio praticado contra Moyses Octaviano. Para fins de interrogatório e participação na inquirição de testemunhas é importante. Há também um documento referente a um caso de defloramento envolvendo uma menor chamada Lienô.