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Descripción archivística
Inquérito Policial - 00065-1944.pdf
Unidad documental simple · 1944
Parte de Justiça dos Territórios

No dia 5 de julho de 1944, no seringal Imperatriz, próximo ao rio Candeias, o gerente Roberto de Sá Nogueira matou com um tiro de espingarda o seringueiro Raimundo Rodrigues de Souza. A motivação foi uma discussão por causa do pagamento atrasado dos trabalhadores.
Raimundo e outro seringueiro tinham ido cobrar o “talão” dos dias trabalhados. Roberto se irritou, pegou a espingarda e atirou no peito de Raimundo, que morreu na hora. O crime teve testemunhas presenciais, que confirmaram tudo.
O delegado abriu inquérito e aguardava mais depoimentos, mas recebeu uma carta informando que o acusado havia morrido no dia 27 de julho de 1944, no seringal Guaporezinho. Com isso, a delegacia encaminhou o processo para arquivamento, já que o autor do crime estava morto.

Inquérito Policial 00070-1946.pdf
Unidad documental simple · 1946
Parte de Justiça dos Territórios

O processo trata de um crime de homicídio ocorrido no seringal Porongaba, às margens do rio Madeira, em maio daquele ano. O acusado, Francisco Rosendo, foi responsabilizado pela morte de José Cassiano da Silva, morto com um tiro de espingarda durante uma discussão. O crime foi investigado pela Delegacia de Polícia de Guajará-Mirim, que instaurou inquérito, ouviu testemunhas e recolheu a arma usada no homicídio.

Processo 00067-1953.pdf
Unidad documental simple · 1953
Parte de Justiça dos Territórios

O processo trata do homicídio de Sebastião Mariuba, ocorrido no dia 6 de setembro de 1952, na localidade chamada "Palestina", próximo ao rio São Miguel. O autor do crime foi Walter Moreira Matos, um seringueiro de 21 anos.
A confusão começou por causa de uma garrafa de querosene que teria sido levada, por engano, para a canoa da vítima. Após uma discussão, Walter viu Sebastião em cima de outro homem, tentando golpeá-lo com um terçado (tipo de facão). Para tentar impedir, Walter pegou uma espingarda e atirou, atingindo e matando Sebastião. Outras duas pessoas, Raimundo Ferreira e Fidêncio Farias, também ficaram feridas.
Walter foi preso preventivamente, confessou o crime, mas alegou que não teve intenção de matar – disse que queria apenas assustar.
O caso foi considerado homicídio com lesão corporal, e a justiça deu andamento com várias testemunhas confirmando o ocorrido. Walter permaneceu preso aguardando julgamento.

Sin título
Unidad documental simple · 1913
Parte de Comarca de Santo Antônio do Rio Madeira do Estado do Matto-Grosso

Trata-se de autos referentes ao julgamento de pedido de desistência de ação formulado pelo suplicante L. B., o qual requereu, em Juízo, o desentranhamento do processo e a devolução da petição inicial.

Após a realização de audiência, foi proferida sentença pelo Exmo. Juízo da Comarca de Mato Grosso, em exercício à época, determinando o pagamento das custas processuais pelo suplicante, bem como a entrega da aludida petição inicial.

Sin título

Trata-se de processo criminal referente ao crime de ferimento grave ocorrido no entroncamento da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré com o igarapé denominado “Misericórdia”, Villa Murtinho Distrito Policial de Mamoré, datado de 1913.
O réu, Conrado Florentino de Oliveira, foi preso em 30 de março de 1913 na cadeia pública do Distrito Policial de Mamoré, acusado de ter praticado disparados tiros de rifles vindo a ferir gravemente a vítima Augusto Cavalcante que achava-se em tratamento no hospital de “Candelária”
Consta nos autos que o crime foi cometido em circunstância de legítima defesa, diante de injusta agressão perpetrada pela vítima, que investiu contra o acusado com um rifle.
O processo inclui peças como: Inquirição de testemunhas; Expedição de mandado; Juntada de expedientes diversos; Outros documentos relacionados à tramitação processual.

Trata-se de processo criminal referente a crime de homicídio ocorrido no braço direito do Rio Jamary, sob jurisdição do Distrito Policial de Mamoré em Villa de Santo António, datado de 12 de dezembro de 1912.
O réu, Gentil Antonio da Silva, foi preso em 08 de junho de 1913 e recolhido à cadeia pública do Distrito Policial de Mamoré, acusado de ter assassinado Felix Malogrado Sictaliano Rodrigues com três disparos de rifle, motivado, segundo os autos, pelo desejo de amasiar-se com a esposa da vítima.
O processo inclui peças como: Inquirição de testemunhas; Expedição de mandado; Juntada de expedientes diversos; Outros documentos relacionados à tramitação processual.

Trata-se de processo criminal referente ao crime de homicídio, tendo como réu Manoel Honorato de Lyra, cabo de esquadra do destacamento policial do Estado. Conforme os autos, o fato ocorreu em 07 de setembro de 1913, na localidade de Villa Presidente Marques, após acalorada discussão entre o acusado e a vítima, José Alves Damasceno.

Trata-se de processo criminal em favor do réu Antonio Janaquary, de nacionalidade peruana, acusado de homicídio praticado no igarapé “Mundo Nosso”, afluente do Rio Branco, em 26 de outubro de 1914. Consta nos autos que o réu teria desferido um disparo de rifle calibre doze contra seu então patrão, Miguel Gonzalez. O processo foi encaminhado ao Juízo da Vila de Santo Antônio do Rio Madeira, Estado de Mato Grosso.

Trata-se de processo criminal referente ao crime de latrocínio (matar para roubar), tendo como réus Jorge Leon e Banacios T. Fulis, ambos de nacionalidade grega.
Segundo consta nos autos, os réus, após armarem uma emboscada que culminou em tiroteio, causaram a morte de Constantino Trifiados, Andreas Cainaris, Atellios Capassakis, Baslli Lasli e Benício (de nome completo não identificado). Na sequência, subtraíram a quantia de 155.500 réis, além de seis chapas numeradas 1443, 2625, 1447, 2623, 1449 e 1450, entre outros bens. O fato ocorreu no Acampamento 24, situado no Distrito Policial de Vila de Santo Antônio do Rio Madeira.