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Descripción archivística
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Processo 00064-1944.pdf
Unidad documental simple · 1944
Parte de Justiça dos Territórios

No dia 5 de fevereiro de 1944, Pedro Custódio Dias foi preso em flagrante por assassinar Francisco Trifintis, conhecido como “Nenen Trifintis”, com um tiro de espingarda no interior da taberna de José Nogueira, na avenida 12 de Outubro, em Guajará-Mirim.
O crime ocorreu após uma discussão aparentemente banal, envolvendo a negociação da arma com o taberneiro. Durante a conversa, Nenen entrou no local e, após breve interação, foi atingido com um tiro na região do tórax, disparado por Pedro, sem que houvesse ameaça direta da vítima.
O laudo do corpo de delito confirmou que o ferimento foi mortal e testemunhas reforçaram a crueldade e frieza de Pedro Custódio. Ele confessou o crime, mas alegou que pretendia apenas se defender, o que não foi sustentado pelas provas.
O promotor enquadrou o crime como homicídio qualificado, com base no artigo 294 da Consolidação das Leis Penais da época, e pediu o início do sumário de culpa.

Processo 00034-1945.pdf
Unidad documental simple · 1945
Parte de Justiça dos Territórios

O inquérito foi instaurado em Guajará-Mirim para apurar denúncias de abuso cometidas por dois guardas territoriais, Antonio Alves de Souza e Francisco Rodrigues Bezerra, contra Manoel Sales. Ele havia sido preso para averiguações e, após fugir da delegacia, foi capturado pelos guardas. Segundo relatos, mesmo estando rendido, Manoel foi agredido. O inquérito foi aberto, mas o juiz decidiu não decretar a prisão preventiva dos acusados, pois Manoel, ao prestar depoimento, afirmou não ter certeza de quem o agrediu e não confirmou as acusações de forma clara.

Sin título
Inquérito Policial 00036-1945.pdf
Unidad documental simple · 1945
Parte de Justiça dos Territórios

O processo trata de um caso de infanticídio cometido por Francisco Delfin Bastos, seringueiro de 53 anos, morador da região do Pau Grande, próximo a Vila Murtinho. Ele foi acusado de seduzir e engravidar uma menor de idade, filha de sua própria companheira.
Segundo os autos, após a menina engravidar, testemunhas ouviram choros de bebê, mas logo depois Francisco teria matado a criança recém-nascida, lançando o corpo no rio Mamoré para esconder o crime e apagar as provas do abuso anterior.
O acusado confessou os atos em interrogatório, mas tentou minimizar sua culpa. O processo reuniu depoimentos de várias testemunhas, que ouviram os choros da criança e viram Francisco se desfazer de um embrulho nas águas do rio.
Foi decretada prisão preventiva, e o processo seguiu com a instrução criminal e exames periciais.