Trata-se de processo criminal referente ao crime de roubo, tendo como réus Elias Thaieb (carregador), Massur Alli e João Rafi.
Conforme consta nos autos, Elias Thaieb teria vitimado Marcellino Gualho com três disparos de rifle, no interior do barracão Rodrigues Alves, localizado às margens do rio Guaporé, no Distrito de Vila de Santo Antônio, na residência de Arão Henrique Malça. O crime teve como objetivo o roubo de joias e quantia em dinheiro.
Em 15 de agosto de 1923, foi autuado um pedido de habeas corpus no então Estado de Mato Grosso. O requerente, Januario Vieira dos Santos, apresentou o pedido em favor de João Marques da Silva, alegando motivos para questionar a legalidade de sua prisão.
Trata do assassinato de Ricardo Garcia, um cidadão peruano que vivia e trabalhava na colocação “Por-Enquanto”, no rio Candeias. O principal acusado foi Bruno Alves de Lima, também seringueiro, apontado por várias testemunhas como responsável pelo crime.
O caso gira em torno de uma queixa-crime apresentada por Deuzalina Pereira de Jesus contra Expedita Pereira do Nascimento, por injúria, calúnia e invasão de propriedade. Expedita, segundo o relato de várias testemunhas, tinha o hábito de entrar nos quintais dos vizinhos procurando suas galinhas desaparecidas, acusando-os sem provas de furto. Em especial, no dia 10 de dezembro de 1960, ela teria entrado no quintal de Deuzalina e a ofendido verbalmente. Apesar das provas e testemunhos, o processo acabou arquivado por um motivo importante: o marido de Expedita informou que ela tinha problemas mentais, já havia sido internada como “louca” em Mato Grosso, e que passar por um interrogatório poderia causar uma crise grave.